17 de novembro de 2018

Contato



História

O Sindicato dos Servidores Federais do Rio Grande do Sul (Sindiserf/RS) é a entidade representativa da categoria profissional dos Servidores Federais, dos Ministérios, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista, com base territorial o Rio Grande do Sul.

 

O Sindicato foi fundado no dia 29 de novembro de 1988, no auditório da Delegacia Regional do Trabalho, na Avenida Mauá, 1013, 10º andar, em Porto Alegre/RS. O bato foi respaldado em Assembleia Geral dos servidores federais, convocada em edital publicado no jornal Zero Hora, na edição do dia 24 de novembro de 1988. O direito de sindicalização dos servidores foi conquistado através da Constituição de 1988. Na assembleia que consolidou a fundação do Sindicato foram indicados presidente e diretoria provisórios, com o objetivo de estruturar a entidade. Assumiu como presidente Cláudio Tibério Piovesano, que apresentou para aprovação as primeiras reivindicações do Sindicato.

 

O então presidente concluiu falando sobre a situação do servidor público e pediu apoio de todos os servidores na luta por melhores salários e moralização do serviço público.

 

Joel Sarruá Rodrigues, presidente da Mesa que coordenou os trabalhos na assembleia, manifestou o seu contentamento sobre a criação do novo Sindicato e pediu homenagem de um minuto de silêncio pelo passamento do colega Marino, um dos maiores incentivadores do movimento sindical.

 

Filiado à CUT desde 1995, a entidade tem se pautado na permanente luta pela manutenção e conquistas dos direitos dos servidores federais e dos trabalhadores em geral. Esta trajetória é marcada pelo enfrentamento ao projeto neoliberal implementado no país e no mundo, através de efetivas ações contra as reformas e medidas que retiram os direitos dos trabalhadores e deterioram o serviço público.

 

No último período, o Sindiserf/RS está na linha de frente da defesa da democracia. E enfrenta ao lado do conjunto da classe trabalhadora inúmeros retrocessos, como a aprovação da Emenda Constitucional (EC) 95/16 que congela investimentos públicos pelos próximos 20 anos. O que não afeta diretamente apenas os servidores que podem amargar um longo período sem reajustes, mas toda a população que depende e tem direito ao serviço público de qualidade.

 

Outra ameaça é a Reforma da Previdência que está para ir à votação. Além de enfrentar falta de negociação e políticas equivocadas que sucateiam o serviço público. O Sindicato sempre manifesta seu apoio as lutas da classe trabalhadora e as outras esferas do funcionalismo público (estadual e municipal), defendendo o serviço público de qualidade e a valorização do servidor. Além disso, repudia toda e qualquer política entreguista que considere privatizar o bem público. Defende o estado democrático de direito onde o serviço público é um das esferas mais importantes para o desenvolvimento do país como nação.