27 de novembro de 2021

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Na 16ª Plenária da CUT Nacional, secretária-geral adjunta do Sindiserf/RS defende o cancelamento da PEC 32

Com o mote Organização e Unidade para Lutar

Durante as manifestações de análise de conjuntura da 16ª Plenária da CUT Nacional, que aconteceram nesta quinta-feira (21), a secretária-geral adjunta do Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos Federais (Sindiserf/RS), Eleandra Raquel da Silva Koch defendeu a importância e necessidade de derrotar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 32/2020) e assim, impor mais uma derrota ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

 

“É preciso derrotar o governo Bolsonaro e o neoliberalismo no Brasil. A PEC 32, da reforma administrativa, faz parte da agenda nefasta que arregimentou o golpe de 2016 e que, entre outras coisas, trouxe a perversa Emenda Constitucional 95”, afirmou Eleandra.

 

A dirigente salientou que o governo Bolsonaro quer entregar o bom público ao mercado. “A reforma administrativa é a privatização e desmonte do serviço público. Não se trata de uma reforma, mas da total privatização do estado”, garante. “É possível e necessário derrotar a PEC 32, cancelar a reforma”, enfatiza.

 

A 16ª Plenária da CUT iniciou nesta quinta-feira (21) e segue até domingo (24). O objetivo é debater e aprovar resoluções para construir um plano de lutas em defesa da classe trabalhadora, contra carestia, pela geração de emprego decente e para fortalecer a democracia.

 

Com o mote Organização e Unidade para Lutar – pela democracia, pela vida, contra os ataques aos direitos da classe trabalhadora -, a Plenária teve a participação do ex-presidente Lula, na abertura realizada ontem (20).

 

A Plenária reúne delegados e delegadas de todo o Brasil, das mais diversas categorias e acontece de maneira virtual. Além de Eleandra, Vivian Petit e Rosemary Manozzo também representam os servidores e empregados públicos federais do RS na atividade.

 

Fonte: Sindiserf/RS

Foto: CUT Nacional